INCOMPREENSÃO DAS VERDADES
Há muitas realidades
Para poucos sonhos realizados
Há pouca compreensão
Para as verdades que são ditas.
R.R.
13 janeiro 2011
à Philippe Wollney
à Philippe Wollney
Não há tempo que o pare
A casa que tem de refúgio,
E não conseguirão botar em quatro paredes
Nunca roubarão tuas idéias que se renovam a cada manhã
Tua verdade é moldada em pedra com sangue, suor de seu próprio ser.
R.R.
Não há tempo que o pare
A casa que tem de refúgio,
E não conseguirão botar em quatro paredes
Nunca roubarão tuas idéias que se renovam a cada manhã
Tua verdade é moldada em pedra com sangue, suor de seu próprio ser.
R.R.
AURORA
AURORA
A noite, escuridão que seja os olhos
O silêncio, grita nos ouvidos
A lentidão que se encaminha
ao nascer de um novo dia.
R.R
A noite, escuridão que seja os olhos
O silêncio, grita nos ouvidos
A lentidão que se encaminha
ao nascer de um novo dia.
R.R
VERSOS PUXADOS
VERSOS PUXADOS
Onde o grilo marca o compasso
A dança não há de errar
O ritmo que puxa meus
Versos cansados.
R.R.
Onde o grilo marca o compasso
A dança não há de errar
O ritmo que puxa meus
Versos cansados.
R.R.
Poesia R.R.
[***]
Não há crença no que creio,
Não há temor no que vejo,
Não há dor no desejo,
Existe sangue no beco estreito,
Natal chegou com receio,
Há fome na mesa dos brasileiros.
Há fome na mesa dos brasileiros.
Há fome na mesa dos brasileiros.
volto a gritar
O brasileiro não tem o que comemorar,
O nosso povo não tem onde morar,
Não tem o que cear,
E volto com desprazer a fala,
Há fome na mesa dos brasileiros.
Há fome na mesa dos brasileiros.
Há fome na mesa dos brasileiros.
R.R.
Não há crença no que creio,
Não há temor no que vejo,
Não há dor no desejo,
Existe sangue no beco estreito,
Natal chegou com receio,
Há fome na mesa dos brasileiros.
Há fome na mesa dos brasileiros.
Há fome na mesa dos brasileiros.
volto a gritar
O brasileiro não tem o que comemorar,
O nosso povo não tem onde morar,
Não tem o que cear,
E volto com desprazer a fala,
Há fome na mesa dos brasileiros.
Há fome na mesa dos brasileiros.
Há fome na mesa dos brasileiros.
R.R.
Poesia R.R.
[***]
As palavras são chamas que ardem em minha boca,
e suspiros em ouvidos amigos,
que acolhem essas chamas em rios frios das manhãs tranqüilas.
R.R.
As palavras são chamas que ardem em minha boca,
e suspiros em ouvidos amigos,
que acolhem essas chamas em rios frios das manhãs tranqüilas.
R.R.
11 janeiro 2011
POETAS DE TIMBAÚBA

É com muito prazer que o Movimento Silêncio Interrompido divulga mais uma ação poética na zona da mata pernambucana, agora, direto da cidade de Timbaúba: POESIA ITINERANTE.
Confiram os últims 03 números do Jornal dos Poetas Timbaubenses - POESIA ITINERANTE.
CONTATOS:
Participe você também mandando sua
Poesia para edição no POESIA ITINERANTE
o Jornal dos Poetas Timbaubenses.
Peça o POESIA ITINERANTE por e-mail:
(edição do mês, nº atrasados)
poetamauricio@yahoo.com.br
djmourrice@hotmail.com
RESPONSÁVEL:
Maurício Manoel de Lima Silva
Rua São Sebastião nº 58 - Santa Terezinha
Timbaúba - PE | Fone: (81) 9655-3287.
05 janeiro 2011
Imagen-Coisa de Vidal de Sousa
BICHO COISA DESIGN é o Vidal de Sousa, co-fundador do movimento silêncio interrompido, é poeta, diagramador, ilustrador & design. Suas criações visuais vão do lápis ao bit e nesta postagem apresentamos suas crias vetorizadas, imagen-coisa a se representar. Símbolos autônomos ou apetrecho visual contemplativo ou comunicação não-utilitarista da linguagem plástica?






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